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feito sob medida

Software sob medida: da planilha ao sistema em 18 dias

Existe um processo na sua empresa que move dinheiro de verdade e vive em um arquivo Excel, um banco Access de 2011 e uma pessoa que sabe em que ordem apertar os botões. Trocamos isso por um serviço com schema, migrations e um log que só aceita acréscimo, ligado ao que você já roda: SAP, Dynamics, Salesforce, um AS/400, um sistema de armazém com um endpoint SOAP de 2006. Dezoito dias até a primeira versão funcionando.

Pedir orçamentoUm formulário de cinco campos. O que volta é escopo, preço e data do diagnóstico.

18 dias até a primeira versão funcionando


O shadow IT está riscado porque ele não é portado. Quando o processo passa a ter dono e log, as cópias particulares deixam de valer a manutenção.

Planilhas

Excel, um arquivo Access e uma conciliação que alguém faz na mão toda manhã.

  • spreadsheet + emailExcel · Outlook
  • access.mdbAccess
  • manual reconciliationpeople
  • shadow ITunowned

Um serviço

Um serviço de domínio, um cliente web, um schema com migrations, um log só de acréscimo.

  • domain serviceGo
  • web clientTypeScript
  • postgresschema + migrations
  • audit logappend-only

18 dias até a primeira versão funcionando

O shadow IT está riscado porque ele não é portado. Quando o processo passa a ter dono e log, as cópias particulares deixam de valer a manutenção.

Como o trabalho anda

O primeiro dia é de olhar o trabalho, não de especificá-lo. Documento de requisitos descreve o processo que alguém gostaria que existisse.
  1. 01dias 1–2

    Ver o trabalho acontecer

    Sentamos com quem faz e lemos as fórmulas da planilha. As exceções que essas pessoas tratam sem pensar são as que quebram um build no décimo quinto dia.

  2. 02dias 2–5

    Modelar os dados e fechar as regras

    Schema, estados, quem tem permissão de mudar o quê. É aqui que as discussões acontecem, e tê-las aqui custa uma fração do que custa tê-las na véspera de entrar no ar.

  3. 03dias 4–12

    Construir um caminho inteiro

    Um caminho completo, da entrada ao relatório, em produção, usado por quem faz o serviço. Ambiente de demonstração não diz nada sobre a coisa ser usável.

  4. 04dias 11–18

    Migrar e desligar o arquivo antigo

    Importar o histórico, rodar os dois por um período e então remover o acesso de escrita à planilha. Um sistema que ninguém é obrigado a abandonar nunca é abandonado.

O que a plataforma faz e o que uma pessoa faz

A mistura muda ao longo do projeto. Mais plataforma no começo, mais gente perto da virada, quando as perguntas em aberto deixam de ser técnicas.
Todo arquivo gerado é revisado como pull request pelo engenheiro que vai responder por ele depois.
O que a plataforma faz e o que uma pessoa fazQuem fazNotas
Ler as consultas do Access e as fórmulas do ExcelPlataformaElas saem como regras legíveis, das quais alguém pode discordar numa reunião.
Decidir que regras são reais e quais são hábitoEngenheiroSó a sua equipe sabe que a exceção de terça existe por causa de um fornecedor.
Serviço, schema e migrationsPlataformaGerados a partir do modelo acordado e depois revisados linha a linha antes de entrar.
As telas em que as pessoas vivemOs doisO caminho do dia a dia é desenhado por uma pessoa. Os formulários administrativos em volta não precisam disso.
Importar e conciliar o históricoOs doisCarregar é mecânico. Decidir o que fazer com as linhas que nunca fecharam não é.
Plano de viradaEngenheiroQue data, quem fica de plantão, qual é o rollback.

O time que constrói

Mais de dez anos dentro de sistemas dos outros e dezenas de migrações entregues: processos em Access e Excel, clientes VB6 e Delphi, monólitos PHP, administração de apólices em AS/400, chão de fábrica preso por macros. Agendamento, sinistros, faturamento, estoque, expedição, relatórios. Já construímos tudo isso antes, e o formato do trabalho se repete muito mais do que as pessoas esperam.


O diagnóstico é o jeito barato de ver isso por conta própria. Trabalho delimitado com saída escrita: o modelo de dados como o entendemos, as regras que tiramos da sua planilha e um plano em fases com preço em cada uma.

Perguntas que engenheiros fazem

Qual stack, e o nosso time consegue manter?
Go no servidor, TypeScript no navegador, Postgres embaixo. Chato de propósito: um time competente assume sem curso, e nada ali depende de um fornecedor continuar existindo no ano que vem.
De quem são o código e os dados?
Seus, desde o primeiro commit. Repositórios, pipeline de deployment, banco, tudo seu. Se você assumir depois da fase um, a entrega faz parte da fase em vez de virar negociação.
Como vocês precificam?
Preço fechado por fase. O diagnóstico produz o escopo e o número chega junto com ele, normalmente em até dois dias depois do acesso.
Vocês trabalham junto com os nossos desenvolvedores?
Sim, e costuma sair melhor assim, porque o conhecimento de domínio está com os seus engenheiros e o código acaba pertencendo a eles. Montamos o time em volta do que a sua equipe já cobre.
Em quanto tempo vocês começam?
Uns dois dias depois de um SOW assinado, e o diagnóstico pode correr enquanto a contratação termina. Na maioria dos projetos o primeiro caminho funcionando está na frente de usuários reais antes do vigésimo dia.

Mostre a planilha

Mande o formato do processo e mais ou menos quantas pessoas encostam nele. Voltamos com o que o diagnóstico cobre, quanto tempo leva a construção e quanto custa.

Pedir orçamento

A primeira resposta vem de um engenheiro, normalmente perguntando quem é dono do processo hoje.